Polícia Militar: integração na promoção da paz social
É impossível os órgãos responsáveis por promover a paz social alcançarem resultados sem a integração. As ações de confronto entre policiais militares e civis em São Paulo é um mau exemplo para as corporações militares brasileiras. Porém, em Minas Gerais, a Polícia Militar atua em busca da paz social integrada com a polícia civil, ato que vem proporcionando resultados satisfatórios na segurança pública do Estado.
Em vez de agirem unidos para promoção da ordem pública, as instituições que se confrontam, episódio que deve ser evitado por todas as polícias brasileiras, contribuem ainda mais com o surgimento da violência. Surge então uma contradição: instituições criadas com base na hierarquia e disciplina com o objetivo de promover a paz e a segurança pública são vistas pela sociedade como duas corporações inimigas.
Em Minas Gerais, a Polícia Militar nivela a integração com a Polícia Civil em busca de soluções para os problemas da sociedade. Essa interação vem sendo cada vez mais apoiada, uma vez que, quando as informações relacionadas à segurança pública são compartilhadas, fica mais fácil de agir de modo preventivo.
Além disso, ao agirem de modo conflituoso, como recentemente os policiais em São Paulo, as corporações do Estado colocam em cheque não somente a imagem da instituição, mas de todas as corporações militares do Brasil.
A sociedade em geral, ao ver que duas corporações atuam juntas para promover a paz social, terá mais credibilidade nas instituições militares e uma sensação de segurança ainda maior. É necessário que a Polícia Militar e a Polícia Civil se unam para promover a segurança pública e proporcionar assim um maior equilíbrio social.
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